terça-feira, 18 de março de 2014

Melhor Sauvignon Blanc do Chile: Sauvignon Blanc Cool Coast.

Em cerimônia realizada na Isla de Maipo, a CAV (Club de Amantes del Vino) fez entrega dos prêmios do ano e a Casa Silva esteve presente. Compareceram ao evento Mario Pablo Silva CEO da vinícola e os enólogos Mario Geisse e José Ignacio Maturana, onde o vinho Cool Coast Sauvignon Blanc do vinhedo de Paredones, foi eleito o melhor desta variedade.

Cool Coast é o primeiro Sauvignon Blanc proveniente da fria costa do Vale de Colchagua, sendo pioneiro, com um estilo único e novo.

O Terroir de onde provem este vinho combina o frescor do Pacifico Sul e a vibrante mineralidade dos solos da costa do Vale.

Cool Coast Sauvignon Blanc é um vinho com intensos e persistentes aromas, notas cítricas de abacaxi fresco e um delicado final vegetal. Na boca tem excelente corpo, uma acidez refrescante firme e balanceada, com forte presença mineral e longo final. É um vinho elegante que apaixona.

Fonte: http://casasilva.cl/noticia.html/detalle_noticia.index/126

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A uva Verdejo

Verdejo é uma variedade branca da Espanha, conhecida também como Botón de Gallo Blanco, Gouveio, Verdeja, Verdeja Blanca, Verdejo Blanco, Verdelho o Verdello. A Verdejo é uma casta originaria da região de Rueda, introduzida pelos Mozarabes  no século XI.

Trata se de uma variedade de grande qualidade, considerada entre as melhores uvas brancas da Espanha . A videira tem condução horizontal com tronco grosso. As folhas são pequenas com formato pentagonal e os cachos tem tamanho pequeno- médio.

É vinificada tradicionalmente sozinha em vinhos mono-varietais, sem combinação com outras variedades. Produz vinhos muito aromáticos, com corpo e equilíbrio. A acidez e vibrante com um delicado toque amargo bem característico. Era utilizado tradicionalmente como base dos vinhos tipo Solera com longo envelhecimento em barrica de carvalho, produzindo vinhos semelhantes aos Xerez.

A colheita da Verdejo costuma acontecer á noite, para que a bagas cheguem na cantina numa temperatura entre 10°-15° C. Não se colhe de dia pois em setembro, época da safra, a temperatura pode atingir os 30° C. Com menor temperatura, acontece uma menor oxidação e escurecimento do mosto.

Se encontra em abundancia na região de Valladolid, principalmente em Rueda, Segovia e parte de Ávila. É considerada a principal variedade da Denominação de Origem Rueda; há verdejo também em Cigales e Toro. Fora da Espanha se encontram vinhedos de Verdejo em Portugal e Austrália.


Os vinhos brancos com a Denominação de Origem Rueda, devem conter pelo menos um 50% da varidade Verdejo ( o restante costuma ser Sauvignon Blanc ou Macabeo, chamada localmente de Viura). Os vinhos que tem a palavra Verdejo no rotulo devem ter pelo menos um 85% da variedade; normalmente tem 100% da mesma na composição.

Dica de vinho: Carramimbre Verdejo. Veja ficha técnica em http://migre.me/i2tbA

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

História do Vinho Verde

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, que também usa a sigla CVRVV, é um organismo interprofissional que tem por objecto a representação dos interesses das profissões envolvidas na produção e comércio do vinho verde e a defesa do património regional e nacional que constitui a sua denominação de origem, revestindo, nesta qualidade, a forma jurídica de uma associação regional, pessoa colectiva de direito privado e utilidade pública, e durará por tempo indeterminado.

A CVRVV está acreditada pelo Instituto Português de Acreditação, IP (IPAC) segundo a norma portuguesa e europeia NP EN 45011:2001, como entidade certificadora de produtos com Denominação de Origem "Vinho Verde" ou Indicação Geográfica "Minho" conforme consta do Anexo Técnico de Acreditação N°C0010-1.
O Vinho Verde é único no mundo. Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos, a Região dos Vinhos Verdes festejou em 2008 o centenário da sua demarcação.
Com baixo teor alcoólico, e portanto menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, óptimo como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos internacionais.
A flagrante tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e factores sócio-económicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente dos restantes vinhos do mundo.

História do Vinho Verde:

Foi no Noroeste, no coração mais povoado de Portugal desde os tempos asturo-leoneses, que a densa população cedo se espalhou pelas leiras de uma terra muito retalhada.
A partir do século XII existem já muitas referências à cultura da vinha cujo incremento partiu da iniciativa das corporações religiosas a par da contribuição decisiva da Coroa.
A viticultura terá permanecido incipiente até aos séculos XII-XIII, altura em que o vinho entrou definitivamente nos hábitos das populações do Entre-Douro-e-Minho. A própria expansão demográfica e económica, a intensificação da mercantilização da agricultura e a crescente circulação de moeda, fizeram do vinho uma importante e indispensável fonte de rendimento.
Embora a sua exportação fosse ainda muito limitada, a história revela-nos, no entanto, que terão sido os «Vinhos Verdes» os primeiros vinhos portugueses conhecidos nos mercados europeus (Inglaterra, Flandres e Alemanha), principalmente os da região de Monção e da Ribeira de Lima.
Mesmo assim, em 1784, para se impor teve que ser fundada, em Viana do Castelo, a Sociedade Pública de Agricultura e Comércio da Província do Minho, junto de D. Maria I, para se insurgir contra o monopólio detido pela Real Companhia das Vinhas do Alto Douro, instituída poucos anos antes, e tentou criar uma sociedade de intervenção e regularização do mercado dos vinhos desta Região Demarcada1 .
No século XIX, as reformas institucionais, abrindo caminho a uma maior liberdade comercial, a par da revolução dos transportes e comunicações, irão alterar, definitivamente, o quadro da viticultura regional.
A orientação para a qualidade e a regulamentação da produção e comércio do «Vinho Verde» surgiriam no início do século XX, tendo a Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908 e o Decreto de 1 de Outubro do mesmo ano, demarcado pela primeira vez a «Região dos Vinhos Verdes».
Questões de ordem cultural, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas obrigariam à divisão da Região Demarcada em seis sub-regiões: Monção, Lima, Basto, Braga, Amarante e Penafiel.
No entanto, o texto da Carta de Lei de 1908 apenas é regulamentado no ano de 1926 através do Decreto n.º 12.866, o qual veio estabelecer o regulamento da produção e comércio do «Vinho Verde», consagrando o estatuto próprio da «Região Demarcada, definindo os seus limites geográficos, caracterizando os seus vinhos, e criando a «Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes» instituída para o pôr em execução. Posteriormente, em 1929, o referido regulamento viria a ser objecto de reajustamento através do Decreto n.º 16.684.
Motivo de grande significado à escala mundial, foi a aceitação do relatório de reivindicação da Denominação de Origem «Vinho Verde», apresentado ao OIV - Office International de la Vigne et du Vin -, em Paris (1949), e posteriormente, o reconhecimento do registo internacional desta Denominação de Origem pela OMPI - Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em Genebra (1973).
O reconhecimento da Denominação de Origem veio assim conferir, à luz do direito internacional, a exclusividade do uso da designação «Vinho Verde» a um vinho com características únicas, devidas essencialmente ao meio geográfico, tendo em conta os factores naturais e humanos que estão na sua origem.
Em 1959, o Decreto n.º 42.590, de 16 de Outubro, cria o selo de garantia como medida de salvaguarda da origem e qualidade do «Vinho Verde», e o Decreto n.º 43.067, de 12 de Julho de 1960, publica o respectivo regulamento.
Outro marco de extraordinária importância, foi o reconhecimento de um estatuto próprio para as aguardentes vínicas e bagaceiras produzidas nesta Região Demarcada (Decreto-Lei 39/84 de 2 de Fevereiro), o que viria contribuir para a diversificação de produtos vínicos de qualidade produzidos nesta Região.
Como consequência da entrada de Portugal na Comunidade Europeia, é promulgada, em 1985, a Lei-Quadro das Regiões Demarcadas, que determinaria a reformulação da estrutura orgânica da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.
Finalmente, em 1992, é aprovado o novo estatuto pelo Decreto-Lei nº 10/92, de 3 de Fevereiro. Recentemente, foi efectuada uma actualização pelo Decreto-Lei nº 263/99, de 14 de Julho, quanto a diversas disposições relativas à produção e ao comércio da denominação de origem "Vinho Verde".

Localização
A actual Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste do país, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a norte o rio Minho (fronteira com a Galiza), a nascente e a sul zonas montanhosas que constituem a separação natural entre o Entre-Douro-e-Minho Atlântico e as zonas do país mais interiores de características mais mediterrânicas, e por último o Oceano Atlântico que constitui o seu limite a poente.
Orograficamente, a região apresenta-se como "um vasto anfiteatro que, da orla marítima, se eleva gradualmente para o interior" (Amorim Girão), expondo toda a zona à influência do oceano Atlântico, fenómeno reforçado pela orientação dos vales dos principais rios, que correndo de nascente para poente facilitam a penetração dos ventos marítimos.
As vinhas, que se caracterizam pela sua grande expansão vegetativa, em formas diversas de condução, ocupam uma área de 34 mil hectares e correspondem a 15% da área vitícola nacional.
Questões de ordem cultural, microclimas, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas levaram à divisão da Região Demarcada dos Vinhos Verdes em nove sub-regiões:
  • Amarante: integrando os concelhos de Amarante e Marco de Canaveses.
  • Ave: integrando os concelhos de Vila Nova de Famalicão, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Póvoa de Varzim, 8Vila do Conde e o concelho de Vizela, com excepção das freguesias de Vizela (Santo Adrião) de Barrosas (Santa Eulália).
  • Baião: integrando os concelhos de Baião, Resende (excepto a freguesia de Barrô) e Cinfães (excepto as freguesias de Travanca e Souselo).
  • Basto: integrando os concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena.
  • Cávado: integrando os concelhos de Esposende, Barcelos, Braga, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro.
  • Lima: integrando os concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.
  • Monção e Melgaço: integrando os concelhos de Monção e Melgaço.
  • Paiva: integrando o concelho de Castelo de Paiva, e, no concelho de Cinfães, as freguesias de Travanca e Souselo.
  • Sousa: integrando os concelhos de Paços de Ferreira, Paredes, Lousada, Felgueiras, Penafiel e, no concelho de Vizela, as freguesias de Vizela (Santo Adrião) e Barrosas (Santa Eulália).
Clima e relevo:
O clima da região é fortemente condicionado pelas características orográficas e pela organização da rede fluvial referida atrás. O aspecto mais marcante é o regime anual de chuvas, que se caracteriza por totais anuais bastante elevados - em média 1500 mm - e uma distribuição irregular ao longo do ano concentrada no Inverno e na Primavera.
Por outro lado, a temperatura do ar evolui ao longo do ano em simetria com a precipitação. Isto é, as temperaturas mais altas coincidem, durante o ano, com as precipitações mais baixas - final da Primavera e Verão quentes e secos - e as temperaturas mais baixas com as precipitações mais altas - Invernos frios e chuvosos.
Relativamente à temperatura média anual e às médias das máximas e médias das mínimas, pode dizer-se não serem estas excessivas, o que traduz um regime de clima ameno.
Quanto ao relevo, a região apresenta-se com uma topografia bastante irregular, sendo recortada por uma densa rede de vales associada à já referida rede fluvial, aspecto que se acentua do litoral para o interior.

Geologia e solos
A maior parte da região assenta em formações graníticas, constituindo excepções duas estreitas faixas que a atravessam no sentido NW-SE, uma do silúrico, onde aparecem formações carboníferas e de lousa, e outra de xistos do arcaico.
O solo tem, na maior parte da região, origem na desagregação do granito. Caracteriza-se, regra geral, por apresentar pouca profundidade, texturas predominantemente arenosas a franco-arenosas (ligeiras), acidez naturalmente elevada e pobreza em fósforo.
Os níveis de fertilidade são naturalmente baixos, como facilmente se depreende das características apontadas acima. No entanto, dada a natureza dos sistemas agrários praticados desde tempos recuados na região, os solos apresentam uma fertilidade adquirida considerável, que permitiu durante séculos suportar as mais altas densidades populacionais do país. O segredo desta fertilidade pode resumir-se a dois principais tipos de intervenções do homem nas condições naturais: o controlo do relevo pela construção de socalcos e as incorporações intensivas e persistentes de matéria orgânica no solo.

Fonte:Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PAREDONES - A nova fronteira do Valle de Colchagua

A Viña Casa Silva foi pioneira em cultivar variedades de clima frio como Sauvignon Blanc e Pinot Noir em Paredones (Chile)  uma inóspita região de costa. A pouco mais de 7 quilômetros do litoral do Oceano Pacífico, os vinhedos recebem a influência das frias correntes de ar vindas do Pólo Sul e a proteção das espessas nuvens que impedem que o sol castigue estas delicadas bagas.
 
 
Há quatro anos, a Casa Silva surpreendeu o mundo do vinho apresentado o “Cool Coast Sauvignon Blanc”, um dos brancos mais intensos, típicos e inesquecíveis do mercado vitivinícola chileno. Seguindo esta trilha de sucesso, a vinícola apresenta o “Cool Coast Pinot Noir”, vinho Premium que desde já esta sendo considerado um dos melhores Pinot Noir produzidos no Chile.

COOL COAST SAUVIGNON BLANC
Visual: Amarelo palha com toque esverdeado remetendo a jovialidade.

Aroma: Intenso com notas cítricas e abacaxi fresco.

Paladar: Consistente, com uma acidez refrescante, firme e balanceada, com característica mineral.
Um prolongado e elegante final, que reflete o clima frio e a região.

Envelhecimento: Em tanques de aço inoxidável.

COOL COAST PINOT NOIR
Visual: Vermelho rubi, límpido e translúcido.

Aroma: No nariz é dominado pelas frutas vermelhas, como morango, cerejas e romã, com um toque de canela que lhe adiciona complexidade aromática.

Paladar: Frutado e refrescante, com sabor que lembra frutas da floresta. Percebe-se uma acidez refrescante e equilibrada, apresentando taninos suaves, com um elegante e longo final.

Envelhecimento: 12 meses em barricas de carvalho francesas.


Estes vinhos você encontra em nossas lojas:

Av. Cristóvão Colombo, 1493
Bairro Floresta - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3028.1998
vinhos1@vinhosdomundo.com.br

Av. Getulio Vargas, 1135
Bairro Menino Deus - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3232.4820
vinhos2@vinhosdomundo.com.br

Alameda Alípio César, 203
Av. Boa Vista - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3023.7010
vinhos5@vinhosdomundo.com.br


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dia mundial da uva Malbec


A uva Malbec é original da região de Bordeaux, na França. Entretanto, foi na Argentina que adquiriu singularidade e qualidade que lhe transformaram na variedade emblemática da Argentina.
Hoje, dia de 17 de Abril, é comemorado o dia mundial da uva Malbec.
Celebre esse dia com um de nossos premiadíssimos vinhos.

Benegas Malbec.

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terça-feira, 9 de abril de 2013

Degustação Exclusiva - Bodega Rejadorada



No centro da Espanha, no coração de Castilla y León, encontra-se a região de Toro,
a denominação de origem de maior reconhecimento e crescimento da Espanha.


DEGUSTAÇÃO EXCLUSIVA
Dias 12 e 13 de Abril de 2013
Sexta-Feira das 15h às 20h e Sábado das 14h às 18h
Local: Loja Vinhos do Mundo Cristóvão Colombo
Av. Cristóvão Colombo, 1493 - Bairro Floresta - Porto Alegre/RS
Informações: (51)3023.7010 / (51) 3028.1998 / (51) 3012.8090

Valor: R$ 54,80 p/pessoa - Ganhe 01 gfa Rejadorada Joven
ou na compra de qualquer garrafa dos vinhos da Bodega Rejadorada ganhe um convite.  


VINHOS A SEREM DEGUSTADOS
Bravo 2009
Sango Reserva 2008
Novellum Crianza 2008
Roble 2010
Reja Joven 2010.

A degustação acompanha tábua de frios, pães e água. 
Será servido uma taça de 50ml de cada rótulo.



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terça-feira, 2 de abril de 2013

Degustação Exclusiva - Finca La Emperatriz

FINCA LA EMPERATRIZ.

A bodega Finca La Emperatriz esta dedicada a elaboração de vinhos Premium, mesclando a tradição dos grandes vinhos Riojanos com o melhor de mais moderna tecnologia. 
A origem do nome Finca la Emperatriz nos remete à Exposição Universal de Paris em 1878, quando no concurso de vinhos, um vinho de Baños de Rioja era premiado como um dos melhores; Este vinho foi presentado pela Sra. Eugenia de Montijo, Imperatriz da França e proprietária dos vinhedos e da vinícola onde hoje em dia esta localizada Bodega Finca la Emperatriz. Em homenagem á esta ilustre viticultora, foi batizada a vinícola.


DEGUSTAÇÃO EXCLUSIVA

Dias 05 e 06 de Abril de 2013
Sexta-Feira das 15h às 20h e Sábado das 14h às 18h
Local: Loja Vinhos do Mundo Alípio César
Alameda Alípio César, 203 - Boa Vista- Porto Alegre (Esquina Av. Nilo Peçanha)
Informações: (51)3023.7010 / (51) 3028.1998 / (51) 3012.8090

Valor: R$ 59,90 p/pessoa
Ganhe 01 gfa de Finca La Emperatriz Viura (90pts-Robert Parker) 
VAGAS LIMITADAS

VINHOS A SEREM DEGUSTADOS:

Finca La Emperatriz Terruño 2008
Finca La Emperatriz Viura Cepas Viejas 2010
Finca La Emperatriz Reserva 2007,
Finca La Emperatriz Crianza 2008
Finca La Emperatriz Tempranillo 2011 
Finca La Emperatriz Viura 2011  
A degustação acompanha tábua de frios, pães e água. Será servido uma taça de 50ml de cada rótulo.

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