quinta-feira, 8 de maio de 2014

JANTAR HARMONIZADO: LANÇAMENTO PIATTELLI VINEYARDS



DATA:  12 DE MAIO DE 2014
HORÁRIO: 20h30min
VALOR: R$ 148,00 p/pessoa*
*Não efetuamos reservas. Confirmação mediante pagamento.

LOCAL: ESPAÇO GOURMET VINHOS DO MUNDO 
Av. Getúlio Vargas , 1135  -Menino Deus - Porto Alegre/RS

INFORMAÇÕES:
(51) 3232.4820 / (51) 3028.1998 / (51) 3023.7010


CARDÁPIO:

Recepção:
Tartalettes recheados, cogumelos assados e batata petit.
Piattlelli Capricci Torrontés

Entrada:
Salada de Magret  ao  molho de laranja  e lascas de manga.
Piattelli Premium Chardonnay 

Primeiro Prato:
Cestinho de charque com cubos de coalho 
e purê de moranga.
Piattlelli Capricci Malbec

Prato Principal:
Entrecot grelhado sobre molho Malbec acompanhado de arroz de bacon e castanha.
Piattelli Premium Malbec

Degustação Especial
  Piattelli Grand Reserve Cabernet Sauvignon

Sobremesa:
Mini flan de doce de leite e caramelo.
Gewürztraminer Spätlese Anselmann 


Espaço Gourmet Vinhos do Mundo
Lugar único para quem sabe viver. Versátil, agradável e charmoso. Ideal para encontros de enogastronomia.
Segurança no local / Estacionamento próprio / Ambiente climatizado. Tudo aliado ao conforto e bem estar do cliente.

Nossas Lojas

Av. Cristóvão Colombo, 1493 - 
Floresta - Porto Alegre/RS
Fone: 51 3028.1998 - 
Celular: 51 9117.9796
vinhos1@vinhosdomundo.com.br

Alameda Alípio César, 203 - 
Boa Vista - Porto Alegre/RS
Fone: 51 3023.7010 - 
Celular: 51 9117.9781
vinhos5@vinhosdomundo.com.br

Av. Getúlio Vargas, 1135 - 
Menino Deus - Porto Alegre/RS
Fone: 51 3232.4820 - 
Celular: 51 9117.9660
vinhos2@vinhosdomundo.com.br





terça-feira, 18 de março de 2014

Melhor Sauvignon Blanc do Chile: Sauvignon Blanc Cool Coast.

Em cerimônia realizada na Isla de Maipo, a CAV (Club de Amantes del Vino) fez entrega dos prêmios do ano e a Casa Silva esteve presente. Compareceram ao evento Mario Pablo Silva CEO da vinícola e os enólogos Mario Geisse e José Ignacio Maturana, onde o vinho Cool Coast Sauvignon Blanc do vinhedo de Paredones, foi eleito o melhor desta variedade.

Cool Coast é o primeiro Sauvignon Blanc proveniente da fria costa do Vale de Colchagua, sendo pioneiro, com um estilo único e novo.

O Terroir de onde provem este vinho combina o frescor do Pacifico Sul e a vibrante mineralidade dos solos da costa do Vale.

Cool Coast Sauvignon Blanc é um vinho com intensos e persistentes aromas, notas cítricas de abacaxi fresco e um delicado final vegetal. Na boca tem excelente corpo, uma acidez refrescante firme e balanceada, com forte presença mineral e longo final. É um vinho elegante que apaixona.

Fonte: http://casasilva.cl/noticia.html/detalle_noticia.index/126

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A uva Verdejo

Verdejo é uma variedade branca da Espanha, conhecida também como Botón de Gallo Blanco, Gouveio, Verdeja, Verdeja Blanca, Verdejo Blanco, Verdelho o Verdello. A Verdejo é uma casta originaria da região de Rueda, introduzida pelos Mozarabes  no século XI.

Trata se de uma variedade de grande qualidade, considerada entre as melhores uvas brancas da Espanha . A videira tem condução horizontal com tronco grosso. As folhas são pequenas com formato pentagonal e os cachos tem tamanho pequeno- médio.

É vinificada tradicionalmente sozinha em vinhos mono-varietais, sem combinação com outras variedades. Produz vinhos muito aromáticos, com corpo e equilíbrio. A acidez e vibrante com um delicado toque amargo bem característico. Era utilizado tradicionalmente como base dos vinhos tipo Solera com longo envelhecimento em barrica de carvalho, produzindo vinhos semelhantes aos Xerez.

A colheita da Verdejo costuma acontecer á noite, para que a bagas cheguem na cantina numa temperatura entre 10°-15° C. Não se colhe de dia pois em setembro, época da safra, a temperatura pode atingir os 30° C. Com menor temperatura, acontece uma menor oxidação e escurecimento do mosto.

Se encontra em abundancia na região de Valladolid, principalmente em Rueda, Segovia e parte de Ávila. É considerada a principal variedade da Denominação de Origem Rueda; há verdejo também em Cigales e Toro. Fora da Espanha se encontram vinhedos de Verdejo em Portugal e Austrália.


Os vinhos brancos com a Denominação de Origem Rueda, devem conter pelo menos um 50% da varidade Verdejo ( o restante costuma ser Sauvignon Blanc ou Macabeo, chamada localmente de Viura). Os vinhos que tem a palavra Verdejo no rotulo devem ter pelo menos um 85% da variedade; normalmente tem 100% da mesma na composição.

Dica de vinho: Carramimbre Verdejo. Veja ficha técnica em http://migre.me/i2tbA

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

História do Vinho Verde

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, que também usa a sigla CVRVV, é um organismo interprofissional que tem por objecto a representação dos interesses das profissões envolvidas na produção e comércio do vinho verde e a defesa do património regional e nacional que constitui a sua denominação de origem, revestindo, nesta qualidade, a forma jurídica de uma associação regional, pessoa colectiva de direito privado e utilidade pública, e durará por tempo indeterminado.

A CVRVV está acreditada pelo Instituto Português de Acreditação, IP (IPAC) segundo a norma portuguesa e europeia NP EN 45011:2001, como entidade certificadora de produtos com Denominação de Origem "Vinho Verde" ou Indicação Geográfica "Minho" conforme consta do Anexo Técnico de Acreditação N°C0010-1.
O Vinho Verde é único no mundo. Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos, a Região dos Vinhos Verdes festejou em 2008 o centenário da sua demarcação.
Com baixo teor alcoólico, e portanto menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, óptimo como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos internacionais.
A flagrante tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e factores sócio-económicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente dos restantes vinhos do mundo.

História do Vinho Verde:

Foi no Noroeste, no coração mais povoado de Portugal desde os tempos asturo-leoneses, que a densa população cedo se espalhou pelas leiras de uma terra muito retalhada.
A partir do século XII existem já muitas referências à cultura da vinha cujo incremento partiu da iniciativa das corporações religiosas a par da contribuição decisiva da Coroa.
A viticultura terá permanecido incipiente até aos séculos XII-XIII, altura em que o vinho entrou definitivamente nos hábitos das populações do Entre-Douro-e-Minho. A própria expansão demográfica e económica, a intensificação da mercantilização da agricultura e a crescente circulação de moeda, fizeram do vinho uma importante e indispensável fonte de rendimento.
Embora a sua exportação fosse ainda muito limitada, a história revela-nos, no entanto, que terão sido os «Vinhos Verdes» os primeiros vinhos portugueses conhecidos nos mercados europeus (Inglaterra, Flandres e Alemanha), principalmente os da região de Monção e da Ribeira de Lima.
Mesmo assim, em 1784, para se impor teve que ser fundada, em Viana do Castelo, a Sociedade Pública de Agricultura e Comércio da Província do Minho, junto de D. Maria I, para se insurgir contra o monopólio detido pela Real Companhia das Vinhas do Alto Douro, instituída poucos anos antes, e tentou criar uma sociedade de intervenção e regularização do mercado dos vinhos desta Região Demarcada1 .
No século XIX, as reformas institucionais, abrindo caminho a uma maior liberdade comercial, a par da revolução dos transportes e comunicações, irão alterar, definitivamente, o quadro da viticultura regional.
A orientação para a qualidade e a regulamentação da produção e comércio do «Vinho Verde» surgiriam no início do século XX, tendo a Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908 e o Decreto de 1 de Outubro do mesmo ano, demarcado pela primeira vez a «Região dos Vinhos Verdes».
Questões de ordem cultural, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas obrigariam à divisão da Região Demarcada em seis sub-regiões: Monção, Lima, Basto, Braga, Amarante e Penafiel.
No entanto, o texto da Carta de Lei de 1908 apenas é regulamentado no ano de 1926 através do Decreto n.º 12.866, o qual veio estabelecer o regulamento da produção e comércio do «Vinho Verde», consagrando o estatuto próprio da «Região Demarcada, definindo os seus limites geográficos, caracterizando os seus vinhos, e criando a «Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes» instituída para o pôr em execução. Posteriormente, em 1929, o referido regulamento viria a ser objecto de reajustamento através do Decreto n.º 16.684.
Motivo de grande significado à escala mundial, foi a aceitação do relatório de reivindicação da Denominação de Origem «Vinho Verde», apresentado ao OIV - Office International de la Vigne et du Vin -, em Paris (1949), e posteriormente, o reconhecimento do registo internacional desta Denominação de Origem pela OMPI - Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em Genebra (1973).
O reconhecimento da Denominação de Origem veio assim conferir, à luz do direito internacional, a exclusividade do uso da designação «Vinho Verde» a um vinho com características únicas, devidas essencialmente ao meio geográfico, tendo em conta os factores naturais e humanos que estão na sua origem.
Em 1959, o Decreto n.º 42.590, de 16 de Outubro, cria o selo de garantia como medida de salvaguarda da origem e qualidade do «Vinho Verde», e o Decreto n.º 43.067, de 12 de Julho de 1960, publica o respectivo regulamento.
Outro marco de extraordinária importância, foi o reconhecimento de um estatuto próprio para as aguardentes vínicas e bagaceiras produzidas nesta Região Demarcada (Decreto-Lei 39/84 de 2 de Fevereiro), o que viria contribuir para a diversificação de produtos vínicos de qualidade produzidos nesta Região.
Como consequência da entrada de Portugal na Comunidade Europeia, é promulgada, em 1985, a Lei-Quadro das Regiões Demarcadas, que determinaria a reformulação da estrutura orgânica da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.
Finalmente, em 1992, é aprovado o novo estatuto pelo Decreto-Lei nº 10/92, de 3 de Fevereiro. Recentemente, foi efectuada uma actualização pelo Decreto-Lei nº 263/99, de 14 de Julho, quanto a diversas disposições relativas à produção e ao comércio da denominação de origem "Vinho Verde".

Localização
A actual Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o noroeste do país, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Tem como limites a norte o rio Minho (fronteira com a Galiza), a nascente e a sul zonas montanhosas que constituem a separação natural entre o Entre-Douro-e-Minho Atlântico e as zonas do país mais interiores de características mais mediterrânicas, e por último o Oceano Atlântico que constitui o seu limite a poente.
Orograficamente, a região apresenta-se como "um vasto anfiteatro que, da orla marítima, se eleva gradualmente para o interior" (Amorim Girão), expondo toda a zona à influência do oceano Atlântico, fenómeno reforçado pela orientação dos vales dos principais rios, que correndo de nascente para poente facilitam a penetração dos ventos marítimos.
As vinhas, que se caracterizam pela sua grande expansão vegetativa, em formas diversas de condução, ocupam uma área de 34 mil hectares e correspondem a 15% da área vitícola nacional.
Questões de ordem cultural, microclimas, tipos de vinho, encepamentos e modos de condução das vinhas levaram à divisão da Região Demarcada dos Vinhos Verdes em nove sub-regiões:
  • Amarante: integrando os concelhos de Amarante e Marco de Canaveses.
  • Ave: integrando os concelhos de Vila Nova de Famalicão, Fafe, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Póvoa de Varzim, 8Vila do Conde e o concelho de Vizela, com excepção das freguesias de Vizela (Santo Adrião) de Barrosas (Santa Eulália).
  • Baião: integrando os concelhos de Baião, Resende (excepto a freguesia de Barrô) e Cinfães (excepto as freguesias de Travanca e Souselo).
  • Basto: integrando os concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena.
  • Cávado: integrando os concelhos de Esposende, Barcelos, Braga, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro.
  • Lima: integrando os concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.
  • Monção e Melgaço: integrando os concelhos de Monção e Melgaço.
  • Paiva: integrando o concelho de Castelo de Paiva, e, no concelho de Cinfães, as freguesias de Travanca e Souselo.
  • Sousa: integrando os concelhos de Paços de Ferreira, Paredes, Lousada, Felgueiras, Penafiel e, no concelho de Vizela, as freguesias de Vizela (Santo Adrião) e Barrosas (Santa Eulália).
Clima e relevo:
O clima da região é fortemente condicionado pelas características orográficas e pela organização da rede fluvial referida atrás. O aspecto mais marcante é o regime anual de chuvas, que se caracteriza por totais anuais bastante elevados - em média 1500 mm - e uma distribuição irregular ao longo do ano concentrada no Inverno e na Primavera.
Por outro lado, a temperatura do ar evolui ao longo do ano em simetria com a precipitação. Isto é, as temperaturas mais altas coincidem, durante o ano, com as precipitações mais baixas - final da Primavera e Verão quentes e secos - e as temperaturas mais baixas com as precipitações mais altas - Invernos frios e chuvosos.
Relativamente à temperatura média anual e às médias das máximas e médias das mínimas, pode dizer-se não serem estas excessivas, o que traduz um regime de clima ameno.
Quanto ao relevo, a região apresenta-se com uma topografia bastante irregular, sendo recortada por uma densa rede de vales associada à já referida rede fluvial, aspecto que se acentua do litoral para o interior.

Geologia e solos
A maior parte da região assenta em formações graníticas, constituindo excepções duas estreitas faixas que a atravessam no sentido NW-SE, uma do silúrico, onde aparecem formações carboníferas e de lousa, e outra de xistos do arcaico.
O solo tem, na maior parte da região, origem na desagregação do granito. Caracteriza-se, regra geral, por apresentar pouca profundidade, texturas predominantemente arenosas a franco-arenosas (ligeiras), acidez naturalmente elevada e pobreza em fósforo.
Os níveis de fertilidade são naturalmente baixos, como facilmente se depreende das características apontadas acima. No entanto, dada a natureza dos sistemas agrários praticados desde tempos recuados na região, os solos apresentam uma fertilidade adquirida considerável, que permitiu durante séculos suportar as mais altas densidades populacionais do país. O segredo desta fertilidade pode resumir-se a dois principais tipos de intervenções do homem nas condições naturais: o controlo do relevo pela construção de socalcos e as incorporações intensivas e persistentes de matéria orgânica no solo.

Fonte:Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PAREDONES - A nova fronteira do Valle de Colchagua

A Viña Casa Silva foi pioneira em cultivar variedades de clima frio como Sauvignon Blanc e Pinot Noir em Paredones (Chile)  uma inóspita região de costa. A pouco mais de 7 quilômetros do litoral do Oceano Pacífico, os vinhedos recebem a influência das frias correntes de ar vindas do Pólo Sul e a proteção das espessas nuvens que impedem que o sol castigue estas delicadas bagas.
 
 
Há quatro anos, a Casa Silva surpreendeu o mundo do vinho apresentado o “Cool Coast Sauvignon Blanc”, um dos brancos mais intensos, típicos e inesquecíveis do mercado vitivinícola chileno. Seguindo esta trilha de sucesso, a vinícola apresenta o “Cool Coast Pinot Noir”, vinho Premium que desde já esta sendo considerado um dos melhores Pinot Noir produzidos no Chile.

COOL COAST SAUVIGNON BLANC
Visual: Amarelo palha com toque esverdeado remetendo a jovialidade.

Aroma: Intenso com notas cítricas e abacaxi fresco.

Paladar: Consistente, com uma acidez refrescante, firme e balanceada, com característica mineral.
Um prolongado e elegante final, que reflete o clima frio e a região.

Envelhecimento: Em tanques de aço inoxidável.

COOL COAST PINOT NOIR
Visual: Vermelho rubi, límpido e translúcido.

Aroma: No nariz é dominado pelas frutas vermelhas, como morango, cerejas e romã, com um toque de canela que lhe adiciona complexidade aromática.

Paladar: Frutado e refrescante, com sabor que lembra frutas da floresta. Percebe-se uma acidez refrescante e equilibrada, apresentando taninos suaves, com um elegante e longo final.

Envelhecimento: 12 meses em barricas de carvalho francesas.


Estes vinhos você encontra em nossas lojas:

Av. Cristóvão Colombo, 1493
Bairro Floresta - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3028.1998
vinhos1@vinhosdomundo.com.br

Av. Getulio Vargas, 1135
Bairro Menino Deus - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3232.4820
vinhos2@vinhosdomundo.com.br

Alameda Alípio César, 203
Av. Boa Vista - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3023.7010
vinhos5@vinhosdomundo.com.br


A gente se especializou em vinhos para atender você!



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dia mundial da uva Malbec


A uva Malbec é original da região de Bordeaux, na França. Entretanto, foi na Argentina que adquiriu singularidade e qualidade que lhe transformaram na variedade emblemática da Argentina.
Hoje, dia de 17 de Abril, é comemorado o dia mundial da uva Malbec.
Celebre esse dia com um de nossos premiadíssimos vinhos.

Benegas Malbec.

A gente se especializou em vinhos para atender você!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Degustação Exclusiva - Bodega Rejadorada



No centro da Espanha, no coração de Castilla y León, encontra-se a região de Toro,
a denominação de origem de maior reconhecimento e crescimento da Espanha.


DEGUSTAÇÃO EXCLUSIVA
Dias 12 e 13 de Abril de 2013
Sexta-Feira das 15h às 20h e Sábado das 14h às 18h
Local: Loja Vinhos do Mundo Cristóvão Colombo
Av. Cristóvão Colombo, 1493 - Bairro Floresta - Porto Alegre/RS
Informações: (51)3023.7010 / (51) 3028.1998 / (51) 3012.8090

Valor: R$ 54,80 p/pessoa - Ganhe 01 gfa Rejadorada Joven
ou na compra de qualquer garrafa dos vinhos da Bodega Rejadorada ganhe um convite.  


VINHOS A SEREM DEGUSTADOS
Bravo 2009
Sango Reserva 2008
Novellum Crianza 2008
Roble 2010
Reja Joven 2010.

A degustação acompanha tábua de frios, pães e água. 
Será servido uma taça de 50ml de cada rótulo.



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